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Procura-se educadores/as voluntári@s!

V Encontro Escravidão e Liberdade no Brasil Meridional será realizado em Porto Alegre, na UFRGS

O V Encontro Escravidão e Liberdade no Brasil Meridional será realizado em Porto Alegre, na Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). Tem por objetivo reunir pesquisadores que se dedicam aos temas da escravidão, da liberdade e do pós-emancipação na região sul do país, bem como aqueles que, tratando de temas correlatos ou estudando outros espaços, possam estabelecer conexões com a região ou com os temas privilegiados. 11 a 13 de maio de 2011 - Universidade Federal do Rio Grande do Sul - Porto Alegre/RS Conferencistas: - Prof.Dr. Joseph Miller – University of Virginia - Profa. Dra. Silvia Hunold Lara – Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP) Valor das inscrições Ouvintes: R$25,00 Mais informações : http://www.labhstc.ufsc.br/vencontro.htm

I want to ride my bicycle

O atropelamento de ciclistas em Porto Alegre no último dia 25 é exemplo da exclusão presente em nossas cidades e da inoperância do poder público em relação à mobilidade urbana. Por isso, é oportuno resgatar o exemplo de cidadãos insatisfeitos de Guadalajara (México) que, depois de meses cobrando compromissos assumidos pelo governo no Plano Diretor de Mobilidade Urbana Não-Motorizada - que incluía a construção de 1.500 km de ciclovias - e não serem atendidos, decidiram mostrar que o que falta é apenas um pouco de vontade. No dia 10 de janeiro passado, com 12.000 pesos arrecadados (algo como R$ 1.600,00), construíram uma "ciclovia cidadã" de 5 quilômetros. Algo semelhante aconteceu em 2008 em Curitiba quando a moçada pintou uma ciclofaixa na rua Augusto Stresser. A recompensa pelo "crime ambiental" foi uma pesada multa. Mais: Grupo de ciclistas é atropelado em Porto Alegre La “ciclovía ciudadana” y el urbanismo desde abajo Ciclistas pintam ciclofaix...

Uma estória para contar no Natal

O guardador de rebanhos VIII Num meio-dia de fim de primavera Tive um sonho como uma fotografia. Vi Jesus Cristo descer à terra. Veio pela encosta de um monte Tornado outra vez menino, A correr e a rolar-se pela erva E a arrancar flores para as deitar fora E a rir de modo a ouvir-se de longe. Tinha fugido do céu. Era nosso de mais para fingir De segunda pessoa da trindade. No céu era tudo falso, tudo em desacordo Com flores e árvores e pedras. No céu tinha que estar sempre sério E de vez em quando de se tornar outra vez homem E subir para a cruz, e estar sempre a morrer Com uma coroa toda à roda de espinhos E os pés espetados por um prego com cabeça, E até com um trapo à roda da cintura Como os pretos nas ilustrações. Nem sequer o deixavam ter pai e mãe Como as outras crianças. O seu pai era duas pessoas  — Um velho chamado José, que era carpinteiro, E que não era pai dele; E o outro pai era uma pomba estúpida, A única pomba feia do mundo Porque não era do mundo nem era pomb...

Seminário 62 Anos em Busca dos Direitos Humanos

O Comitê Regional de Educação em Direitos Humanos e a Prefeitura Municipal de São Leopoldo , em mais uma ação do projeto de Fortalecimento do Comitê Reginal de Educação em Direitos Humanos , promoverão no próximo dia 15 de dezembro, o Seminário 62 anos em busca de Direitos Humanos . Na programação está previsto uma homenagem à militante de Direitos Humanos, Margarida Genevois e a entrega dos certificados do Curso de Formação em Educação em Direitos Humanos realizado na primeira metade do ano. Data : 15 de dezembro de 2010 Hora : 18 horas Local : Centro Cultural José Predo Boéssio - Teatro Municipal de São Leopoldo            Rua Osvaldo Aranha, 934 - São Leopoldo/RS Informações : Comitê Regional de Educação em Direitos Humanos

Direitos Humanos: uma luta permanente

Paulo César Carbonari * 10 de dezembro é o dia mundial dos direitos humanos. A data marca a proclamação da Declaração Universal dos Direitos Humanos (DUDH) pelas Nações Unidas (ONU), em 1948. A DUDH é um marco na luta pelos direitos humanos em todo o mundo. Esta luta, no entanto, não se restringe a esta data; é uma luta permanente de todos/as que acreditam que a dignidade humana está acima de qualquer preço, aliás, nunca pode ter preço, mas só valor, e não está disponível em qualquer hipótese. Mas, será que estamos convencidos/as de que direitos humanos se constituem em valor universal? O que significa defender direitos humanos? Quais são os principais desafios para realizar os direitos humanos hoje? Refletir sobre estas questões é o chamamento deste artigo. Mesmo que não possa comportar todas as dimensões que as questões suscitam, apresenta alguns aspectos que podem ajudar a despertar consciências e a mobilizar práticas. O conteúdo dos direitos humanos, a dignidade humana, consti...

Teatro: Larissa não mora mais aqui